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Avaliação: Fiat Mobi Drive 1.0 GSR, ágil e versátil

Em 1997, a Ford inovava no mercado nacional com o lançamento do Ka, inaugurando o mercado de subcompactos. O modelo foi precursor de Fox e Celta, que hoje ou saíram de linha, caso do Celta, ou galgaram outra categoria, caso do Fox e do próprio Ford Ka.

Fato é, que subcompactos suprem de forma satisfatória as demandas de locomoção com economia, ficando como exercício de engenharia, a eficiente distribuição de espaço, oferta de equipamentos e amenidades de qualidade e potência adequada.

Buscando atender a este mercado, a Fiat lançou em 2016 o Mobi, modelo subcompacto da marca. Sendo a única opção atual no mercado com opção automatizada, o Mobi é ágil, um carro para quem busca versatilidade e rapidez nos grandes centros urbanos. Sua direção elétrica é leve e permite estacionar facilmente.

O Fiat Mobi chegou dividindo opiniões. Mas conquistou seu espaço no mercado brasileiro, o pequeno encontra-se entre os 20 carros mais vendidos do país. Em março último, o modelo emplacou mais de 3 mil unidades. Essa versão avaliada entrega o melhor custo-benefício, pois o modelo utiliza o câmbio GSR, dispensando assim, o pedal de embreagem.

O Fiat Mobi Drive GSR é o modelo com câmbio automatizado mais barato do mercado brasileiro. Básico, o Mobi 1.0 GSR tem preço público de R$ 47.590, para o público PcD, o modelo custa R$ 35.990.

O motor 1.0, rende bem. Com seus três cilindros e seis válvulas, o motor desenvolve 72 e 77 cavalos de potência a 6.250 rpm e 10,4/10,9 kgfm a 3.250 rpm, respectivamente com gasolina e etanol.

O câmbio GSR cumpre o seu papel de forma mais acertada, não se apresenta como uma caixa indecisa, mas ainda assim, os trancos nas trocas para os que não tem intimidade com o modelo, são frequentes. Outra artimanha de conforto eficiente, é lançar mão dos paddle shifts para um domínio mais completo do modelo.

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No capítulo do consumo, o Mobi mostra a que veio. Obteve médias de consumo de 9,0 km/l no perímetro urbano, utilizando-se apenas de etanol. O comportamento do modelo é compatível com a sua proposta, destacando-se mecanismos de conforto bem pensados como o tilt down para facilitar manobras de estacionamento, sensores de ré, computador de bordo completo, rack interna de teto com porta objetos e espelho vigia do banco traseiro, modo city para uma condução mais leve em trechos urbanos, som com comandos no volante, entrada USB e Bluetooth. Destacamos ainda o funcionamento harmonioso do motor 3 cilindros que trabalha com baixo nível de ruído e pouca trepidação.

A posição de condução do Mobi é agradável, nos casos em que o banco traseiro não esteja ocupado ou que o condutor tenha menos de 1,70m. Com bons ajustes de distância e altura do banco, além do ajuste de altura do volante, é relativamente fácil encontrar uma boa posição de dirigir.

Mesmo na versão básica, o Mobi 1.0 GSR traz de série ar condicionado, direção elétrica, freios ABS, airbags frontais, computador de bordo com 7 funções, sinalização de frenagem de emergência, vidros dianteiros elétricos, volante com regulagem de altura dentre outros.

Por fim, em nossa avaliação, o Mobi demonstra a evolução dos subcompactos nacionais, se apresentando com um modelo competitivo e funcional no uso diário. Destacamos sua economia e a atenção que as suas linhas ousadas chamam. Suas soluções, como a tampa traseira em vidro e o câmbio manuseado por intermédio de botões são atrativos por onde se encosta o modelo.

Conclusão:

Se a sua busca é um modelo acessível e econômico, com uma boa oferta de equipamentos, não tendo necessidade de espaço, o Mobi pode ser uma boa opção de compra racional, com bom custo beneficio.

Galeria de fotos: Fiat Mobi 1.0 Drive GSR


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Escrito por James Braga

James Braga de Souza, 39 anos, aficcionado pelo mundo automotivo desde criança. PCD desde 2013, aprofunda-se neste mercado movido pela satisfação pessoal e na intenção de contribuir.

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